Duff Mckagan

Duff Mckagan
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Turnê do Guns N' Roses é eleita a melhor de 2011!



O site Ultimate Classic Rock atravéz de uma enquete elegeu a turnê do GUNS N' ROSES como a melhor turnê de 2011. A banda obteve mais de um terço dos votos ficando na frente de bandas como Motley Crue, Poison, Rush, Kiss entre outras.

Abaixo o resultado da enquete:

  1. Guns N' Roses 32.13%
  2. Motley Crue / Poison / New York Dolls 24.49%
  3. Rush 22.54%
  4. Journey / Foreigner / Night Ranger 7.86%
  5. Alice Cooper 7.78%
  6. Kiss 5.2%

Retirado de The General Online

Slash quer um som mais natural para seu novo álbum!


Slash está preparando um novo álbum e segundo noticia o site Blabbermouth, o guitarrista quer gravar as músicas de uma forma mais ao vivo e com menos utilização de pós-produção. 

Estamos fazendo as músicas à primeira tentativa. Os meus solos não são muito ponderados pois faço-os de uma forma mais espontânea. É um som mais cru e natural, pois estou a tocar no calor do momento. Revelou Slash, citado pelo «Blabbermouth».

O guitarrista famoso por tocar no Guns N' Roses e no Velvet Revolver revelou ainda que se sente bem na condição de artista solo e que está gostando da experiência.

Slash confessou: Encontrei uma certa liberdade na qual posso me expressar musicalmente de uma forma confortável com as pessoas com que estou trabalhando agora. Tem sido o período mais divertido que me lembro desde os primeiros tempos com o Guns.

Nas gravações em estúdio, Slash conta com a colaboração da banda que o acompanha neste projecto a solo. Desta vez, as novas músicas serão todas cantados por Myles Kennedy, vocalista do Alter Bridge e um dos inúmeros convidados do disco de estreia a solo de Slash.

O segundo álbum de Slash está previsto sair no mês de Abril, apesar de não haver confirmação de data nem de um nome oficial.


Retirado de Axl Rose Fã Clube


'Made in Stoke' eleito o melhor álbum ao vivo de 2011!

 
O guitarrista Slash venceu o concurso de Melhor Álbum Ao Vivo realizado pelo site Ultimate Classic Rock, o Ultimate Classic Rock Awards.

O álbum 'Made in Stoke 24/7/11' estava concorrendo com outros cinco álbuns, entre eles 'Winterland' de Jimi Hendrix, 'The Brussels Affair '73' dos Stones e 'Time Machine 2011: Live in Cleveland' da banda Rush, e ficou em primeiro lugar com 29,13% dos votos.

Ao todo, mais de 230,000 pessoas votaram no primeiro Ultimate Classic Rock Awards.

Velvet Revolver tocara com Scott Weiland em homenagem!

 
Matt Sorum divulgou hoje (30) o flyer de um show em que sua banda, Velvet Revolver homenageará o músico John O'Brien que faleceu recentemente. E a grande surpresa é que o Velvet tocará com seu antigo vocalista, Scott Weiland. (Mas isto não quer dizer que ele voltará oficialmente a tocar no VR)

Veja o flyer e a confirmação de Matt:

Tradução: 
Fazer uma noite especial para John O'Brien que faleceu 
recentemente. Um músico surpreendente e um cara legal.
 Velvet Revolver tocará com Scott Weiland .m

O concerto intitulado, "Love You Madly: A Concert For John O'Brien", além de ter o Velvet Revolver, terá também Adam Levine e James Valentine do Maroon 5, a cantora Sheryl Crow, Tom Morello, Stephen Stills, The Forest Rangers com Katey Sagal, Curtis Stiegers e Chantal Kreviazuk. Haverá algumas outras participações especiais também.

O show acontecerá no dia 12 de Janeiro de 2012 no House Of Blues em Los Angeles. 

Fonte da Matéria: Axl Rose - Fã Clube

Como um baixista do Guns N' Roses virou um guru dos investimentos!


As grandes figuras do mundo dos negócios podem se divertir irrestritamente à noite. Eles conseguem ficar esgotados, acordar na manhã seguinte, bater uma rodada completa de golfe, de 18 buracos, e ainda ir à aula à tarde. Mas poucos têm o know-how de Duff McKagan, baixista do Guns N'Roses e do Velvet Revolver, e estudante da Faculdade de Administração de Empresas e Economia Albers da Universidade de Seattle.

Em sua autobiografia "É Tão Fácil e Outras Mentiras", McKagan, 47, explica como pôs fim ao seu hábito de tomar um galão (3,785 litros) de vodca ao dia, trocando-o por dez garrafas de vinho. Descreve também como tomava seu próprio vômito, por seu conteúdo alcoólico. E como usava cocaína apenas para que pudesse beber mais.

E como ele tomava tanta cerveja em certo período que o vocalista principal do Guns N'Roses, Axl Rose, o apresentou como "O Rei da Cerveja" e um produtor de "The Simpsons" lhe telefonou para perguntar se podia batizar a cerveja do programa, a Duff, com seu nome -o que foi feito. Conta também como seu pâncreas, em poucas palavras, explodiu, causando queimaduras de terceiro grau a seus outros órgãos internos.

Ele também dá ao leitor dicas úteis, como comprar tetraciclina na seção para peixes da pet shop como uma terapia antibiótica barata para doença venérea e como reequilibrar uma carteira de investimentos.

Depois de sua internação no pronto-socorro por pancreatite aguda, aos 30 anos, McKagan deixou de beber, começou a fazer mountain biking, passou a praticar uma arte marcial chamada "ukidokan", perdeu 23 quilos e aprendeu a ler suas demonstrações de lucros e perdas do Guns N'Roses.

Não demorou para que ele entendesse que, apesar dos gastos arrolados no demonstrativo, como iates e jatinhos particulares, ele não estava em má situação financeira. Isso porque a parte dos lucros no livro de registro de contabilidade mostrava que o Guns N'Roses lançou o álbum de estreia de maior sucesso de todos os tempos.

Todos os membros fundadores detinham uma participação igual, e McKagan, ao contrário de muitos músicos, não foi ludibriado por seus contadores. Principalmente porque eles eram honestos, mas talvez também porque, ao contratá-los, ele pegou seus endereços residenciais.

"Pelo fato de eu ter vindo de uma família grande, eu não fazia coisas amalucadas", diz ele, no restaurante de sushi, perto de sua segunda casa em Sherman Oaks, na Califórnia, onde fica quando não está em Seattle. "Quando comprei uma Corvette (que em 1989 era um automóvel de US$ 28 mil), meu irmão Jon perguntou 'É isso o que você vai fazer? Torrar todo o seu dinheiro?'."

McKagan, que mede 1,90 m e porta longos cabelos loiros, muitas joias de prata e muitas tatuagens, cortou o cabelo na época da faculdade. Ele se matriculou logo depois que sua namorada, Susan Holmes McKagan (modelo, estilista de moda praia e coestrela do "reality show" "Married to Rock", do noticiário de celebridades "E!", sobre mulheres de astros do rock), engravidou da primeira filha deles. Ela é sua terceira mulher. "Eu nem penso nela como minha terceira mulher", diz ele. "Ela é minha única mulher sóbria."

Ao escolher o restaurante pelo molho de soja de baixo teor de sódio, McKagan exibe aquela afabilidade calma típica de tantas pessoas criadas em Seattle. Por isso, embora ele fosse dez anos mais velho que seus colegas de classe na Universidade de Seattle, ele se integrou.

Seus primeiros US$ 100 mil em investimentos em ações em 1994 tiveram um resultado bastante bom, em grande medida por ele estar em Seattle: ele comprou Starbucks, Microsoft e Amazon.com.

Quando formou o Velvet Revolver, em 2002, com Slash, ex-colega do Guns N'Roses, McKagan ajudou a negociar o contrato de gravação da banda. "Foi realmente um alívio saber do que eu estava falando", diz ele.

Os cursos da faculdade também o ajudaram a administrar suas duas bandas, a Velvet Revolver e a Duff McKagan's Loaded, tarefa que exige mais experiência em negócios do que quando ele estava no Guns N'Roses.

"A gente fazia shows, numa época em que os shows perdiam de longe para a venda de álbuns. Atualmente é completamente o contrário", diz ele. "Ganha-se mais com a arrecadação de bilheteria e camisetas. Agora o quente é 'Quantas camisetas você vendeu?', e não discos. Ninguém fala de discos."

Ele sabe que, no centro dos Estados Unidos, as pessoas gostam de camisas grandes, que ficam soltas e são feitas de um material mais encorpado do que o estilo fino e justo típico das costas do país: "É como se você trabalhasse no setor de confecções também".

As bandas agora buscam patrocinadores de turnês e vendem pacotes VIP vinculados a cartões de crédito. Não faz muito tempo McKagan estava na coxia num show do Queens of the Stone Age, acompanhando a banda cujos álbuns incluem "Lullabies to Paralyze". "Acabei num canto falando sobre o custo médio de combustível dos ônibus de turnês para o ano", diz ele. "'Trate de abastecer no Alabama. Não espere até chegar à Louisiana.'"

Mesmo antes de ir para Seattle para estudar _ele estava frequentando uma faculdade de bairro que só oferece os dois primeiros anos do curso superior_ seus amigos de outras bandas mencionaram seus estudos. Mas não para tirar um sarro dele. "Eu estava apenas tomando aulas de matemática. E recebia ligações de colegas que queriam ajuda para investir a grana deles", diz ele.

Por isso, nos últimos quatro anos ele procurou um sócio para fundar uma empresa de administração de grandes fortunas para músicos_ o que acabou fazendo com Andy Bottomley, cofundador da Imprimatur Capital, uma empresa britânica de compras de participações. Eles acabam de abrir a Meridian Rock Capital Management, que leva o nome do romance de Cormac McCarthy que ambos adoram, "Blood Meridian" ("Meridiano de Sangue", publicado no Brasil pela Alfaguara).

A estratégia pessoal de investimento de McKagan é bastante convencional: ele aplicou 65% de seu dinheiro em ações, o restante em bônus e fundos de investimento imobiliário (além de uma casa grande em Seattle, três imóveis para investir e uma casa de campo rústica). Ele não garimpa ações "quentes", só papéis desinteressantes revestidos de muitas dívidas:

"Sou o anti-Jim Cramer. Não quero sustentar ou deixar de sustentar nenhuma empresa", diz ele, referindo-se ao ex-diretor de fundo de hedge e apresentador do programa "Mad Money", da CNBC.

Embora sempre tenha dado orientação em investimentos a amigos músicos, ele nunca ajudou nenhum de seus ex-colegas de banda do Guns N'Roses. Cuidar de seus investimentos seria um tanto pessoal demais. São caras, não custa lembrar, que ele viu pelados e com quem fumou crack.

"É uma coisa muito particular, embora todos nós tenhamos ganhado a mesma quantia em dinheiro", diz ele. "É particular porque, sabe lá? Quanto a sua mina gasta?" McKagan, de fato, ficou constrangido em mostrar a Bottomley sua carteira quando eles começaram a conversar pela primeira vez sobre trabalhar juntos: "É pessoal do ponto de vista intelectual. O quanto esse cara é esperto? O que ele sabe?"

Se isso parecia revelador demais, esperemos até Bottomley ler seu livro.

Fonte da Matéria: UOL

Entrevista completa de Axl Rose para o L.A TIMES!


No começo da manhã de sábado, dia 17, em Seattle, o vocalista do GUNS N’ ROSES, Axl Rose, sentou-se para uma entrevista longa e irrestrita depois do show de três horas de sua banda na noite da sexta anterior na Key Arena. Ao longo de uma hora e meia de conversa fascinante com um afiado e versado Rose, discutiram-se muitos assuntos sobre os quais os fãs têm especulado há anos.

Durante a entrevista, que foi das 2 até as 4 da madrugada em seu escuro camarim, Rose falou sobre o passado, o presente e o futuro sem se conter [tanto que tivemos que editar algumas das acusações mais pesadas que ele fez à indústria musical].

Teremos alguns trechos adicionais da conversa disponibilizados nos próximos dias.

Los Angeles Tmes: Você pode falar sobre o show e Los Angeles no Fórum na noite de Quarta-feira?

Axl Rose: Bem, LA será interessante. Eu aguardo ansiosamente por isso. Nós nos divertimos muito em 2006. Tocamos três noites no Gibson [Amphitheatre]. Mas esse ano foi muito estranho porque a indústria estava tentando nos forçar a fazer um show menor – aenas um e daí dois. Mas a real é que o som não é tão bom no Palladium – e porque iremos diminuir algo se podemos atrair mais gente? Então vamos tocar no Fórum, mas a coisa não foi feita direito. Tivemos que lutar por isso [Rose dá uma longa palestra sobre alguns executivos da indústria musical, citando nomes].

Essa turnê inteira é parte de – não que haja muito dinheiro indo para [a produtora] Live Nation ou coisa assim, mas é parte de como nós chegamos a um acordo [com o ex-empresário e executivo da Live Nation Irving Azoff]. E eu poderia ter processado, mas isso empataria outras coisas, então a Live Nation não está recebendo dinheiro, nós não estamos recebendo dinheiro, mas nós estamos nos livrando da pendência, então fizemos essa turnê. Daí saímos em turnê e descobrimos que tudo que devia ser feito não tinha sido feito, e os empresários e promotores estão vendendo um show que deveria começar às 8 da noite. Eles sabiam que eu jamais faria isso.

E essa falta de divulgação é a razão pela qual estou aqui? [risos]

Sim, bem, o shows já é o que é, então não é bem sobre isso. O shows já está basicamente esgotado, então…

E vocês estavam falando sobre fazer um segundo show?

Bem, nós conversamos sobre isso, mas eu recebi cifras diferentes em ocasiões diferentes de pessoas diferentes, e algumas delas vieram de nosso último ex-empresário, e elas eram…, bem, daí basicamente decidimos que vamos esperar até mais tarde para fazer a coisa certa e lidar com Los Angeles, porque eu quero lidar com Los Angeles. Há lugares nos quais quero tocar. Eu quero tocar em algumas das casas, em algumas casas noturnas, lugares diferentes, por diversão, e eu quero tocar em lugares diferentes como fizemos em Nova Iorque.

‘Freaks Like You and I Could Never Funk From There…’

E eu sei que nós podemos fazer isso em Los Angeles, mas o que acontece que as pessoas são muito boas em dizer o que você quer ouvir. Então você diz sim, sim, sim, sim e elas fazem algo completamente diferente. “Isso é incrível. Isso é uma grande idéia!” E elas fazem tudo que podem para empatar o lance e certificarem-se de que não aconteça. Isso de fato acontece. Comigo não…elas não podem fazer qualquer coisa e elas não querem fazer qualquer coisa a menos que elas sintam que vão se dar bem com um golpe. Elas não podem sentir que estão fazendo algo legítimo, e sentir esse tipo de orgulho, elas têm que sentir algo como, eu me dei bem, eu fodi eles, da dada. Essa é a vitória delas.

Todos esses empresários, eles sabem duma coisa. Eles sabem que eles podem pelo menos…vender uma turnê de reunião da banda e receber a comissão deles. Só precisam fazer uma ligação. È o trabalho de meio dia, ou de quanto tempo eles quiserem manter a guerra de ofertas rolando. Eles recebem a comissão deles e eles não se importam se tudo der com os burros n’água.

Porque, sério, você pode armar com os caras da época dos ‘Illusion’, mas a única coisa que daria certo seria com Duff e Slash, fato. Nada contra Izzy e nada contra Steven, ou algo do tipo. Steven pode querer, mas esses caras com os quais estou trabalhando agora, eles trabalham arduamente e é trabalho duro. Eu já excursionei com os outros caras e já vi o que eles têm feito desde então, e eu sei das dificuldades.

Eu não tenho ânimo para trabalhar com as pessoas que entraram na época dos ‘Illusion’. Há coisas de bastidores que foram muito, muito difíceis com diferentes pessoas. Então não seria nem uma reunião completa. E esses caras têm estado aqui por muito tempo, saiba o público ou não porque não temos feito tanto barulho assim na mídia. Tommy está na banda há 14 anos, Richard está há 11. Isso é tanto tempo quanto Duff ficou na banda. Chris está faz 11 anos, Dizzy está desde os ‘Illusion’, Frank está completando seis, assim como Bumble. Esses caras têm ficado aqui. E DJ já está indo pra três.
Além disso, nós podemos ter nossas diferenças, e todo mundo na banda pode pensar, ‘Eu não suporto aquele cara’, e apontar a um de nós, entende? Mas ao mesmo tempo, nós nos damos bem. Eu não tenho que dizer a esses caras o que fazer no palco. Eu posso sugerir algo por vezes, mas muito pouco.

‘Well, alright you squares its time we smoked -Get on up this funk and lets have a toke’

Mas também fica claro que você é o chefe da banda – é a sua banda. Corrija-me se eu estiver errado, mas não seria assim com a formação original.

Ao vivo, não é realmente diferente, porque nunca houve de fato uma briga sobre o que rolava ao vivo, porque eles eram de boa com qualquer música que eu cantasse a seguir.

Parabéns pelo Rock N’ Roll Hall of Fame.

Sim, é uma viagem.

Louco pensar que já se passaram 25 anos.

Sim, uma viagem eu dura 25 anos, que eu esteja aqui e vivo.

Parabéns por isso também. Você pode nos dizer como você ficou sabendo?

[O co-fundador da revista estadunidense Rolling Stone e co-fundador do Hall of Fame] Jann Wenner estava animado com isso. Então eu tinha certeza que ele queria isso, porque ele estava muito animado por estar envolvido – quando eu toquei na indução de Elton John, isso foi em ’93 ou ’94? Ele estava muito animado naquela ocasião. E ele sempre foi um fã nosso, e ao mesmo tempo a Rolling Stone fez alguns dos maiores estragos da história.

Eu tenho sentimentos conflitantes quanto ao que o Rock And Roll Hall of Fame de fato é, mas ao mesmo tempo, há muita gente – os fãs – pros quais isso significa algo, e eles estão felizes. È como se você tivesse ganho o Heisman ou algo do tipo. Eu tenho gente de tudo quanto é idade – em Indiana, eu não tinha ido lá em 18 anos, e você vê gente mais idosa que trabalha na Agência Nacional de Aviação Comercial, 50 quilos acima do peso, que vão ao show e estão felizes. Eu não quero tirar isso delas.

Eu acho que em termos de… quando Michael Moore subiu ao palco do Oscar e disse o que ele disse sobre George Bush. As pessoas não querem isso em festas de premiações, mesmo se você tiver um público grande. Por um lado pode ser certo, mas geralmente sai pela culatra. Então eu não quero estragar a coisa pros outros – e apanhar [risos].

‘And for me I only freak when Im bustin out!!!’


È meio que uma benção distorcida.

É muita gente fazendo dinheiro. Por que são elas  quem decidem? Mas é a mesma coisa com o Grammy ou o Oscar, quem vence.

Quais são seus hábitos auditivos hoje em dia?

Eu gosto de rádio, e a vibe do que seja lá o que for – eu curto achar alguma estação obscura no painel do rádio tocando Eric Carmen às 3 da manhã, manja? Eu gosto disso mais do que colocar um disco pra tocar. Mas o rádio morreu em Los Angeles. Simplesmente morreu. Pra mim, a rádio corporativa matou o rádio e você ouve as mesmas coisas… “Carry On My Wayward Son” pode ser uma grande canção, mas há outras faixas naquele disco, e há outras faixas nos discos do Queen.

Você ouviu algo recentemente que tenha lhe surpreendido?

Tinha uma estação que estava afugentando seus ouvintes ocasionais, e foram as duas melhores semanas de música em Los Angeles que eu já escutei. Ia de “Dead on Time” do Queen para “Fingerprint File” dos Stones, até “Rockaria” do ELO, passando pro “Tema de S.W.A.T.”. Simplesmente música louca, divertida. Eu alertei todos meus amigos e todo mudo ficou tipo, “Isso!” Eu liguei pra rádio e disse, “Eu farei qualquer coisa para ajudar a promover a sua estação”.E eles disseram, “Não é uma estação de verdade. Estamos apenas dispersando os ouvintes”.Eu disse, “Mas isso é o que pega! Isso é fabuloso!” ·


Implicâncias a essa altura do campeonato?


Me mata quando alguém liga para a [tradicional estação angelena de classic rock] KLOS lá do Builder’s Emporium no meio do horário de almoço e pede “Toca ‘Aqualung’ do Jethro Tull”. Tipo, pra quê pedir isso? Eles vão tocá-la de qualquer jeito. E eles vão tocar ‘Legs’ do ZZ Top. E porque tudo tem que soar velho? Eu só ouço coisas mais novas em filmes. Como em [o filme] “Drive”. Há ótimas músicas nesse lance – todo o tipo de coisa em filmes onde eu penso, “Eu nunca ouvi essa música, e eu nem sabia que ela existia”. Eu realmente sinto falta disso.


Fonte: Lokaos Rock Show

'Bebia quase 5 litros de vodca por dia' diz Duff!


Há 17 anos, aos 30 anos de idade, o ex-baixista do Guns N' Roses Duff McKagan foi parar no hospital com uma crise de pancreatite aguda induzida pelo consumo excessivo de álcool.

Seu pâncreas, do tamanho de uma bola de rúgbi, estava tão inchado que se rompeu, liberando enzimas da digestão em seu corpo e provocando queimaduras de terceiro grau.

Naquele momento, McKagan entendeu que teria de escolher entre um estilo de vida regado a álcool e drogas e a vida.

'Me vi cada vez mais próximo da insanidade à medida que piorava a minha ingestão de bebidas e drogas', disse McKagan à BBC.

'Felizmente para mim, meu pâncreas não aguentou, caso contrário eu teria me afogado em vômito'.
A dor era tão insuportável, disse McKagan, que ele chegou a implorar ao cirurgião que o matasse.

'Quando me deram morfina e a dor não foi embora, compreendi que a situação era muito séria'.

'Eles fizeram um ultrassom, meu pâncreas estava imenso. O cirurgião disse que eles teriam de cortar um pedaço do meu pâncreas e foi nesse momento que eu disse: 'Me matem''.

'Fiquei no hospital duas semanas e isso me deu tempo para realmente pensar em como tinha chegado àquele ponto'.

'Bom filho'
Além dos médicos lhe dizendo que ele morreria se não parasse de beber, a ideia de ficar bem para agradar a mãe foi o incentivo final para que McKagan finalmente ficasse sóbrio.

'Sou o último de oito filhos, minha mãe veio ao hospital. Ela tinha (Mal de) Parkinson e seu filho mais jovem estava em um hospital com tubos entrando e saindo dele. Eu estava à beira da morte e sabia que a ordem das coisas estava absolutamente errada'.

'Pensei, vou ficar bom, nem que seja pela minha mãe'.

'Vou tentar ser um bom filho. Assim começou minha recuperação'.

Em 1986, os integrantes dos Guns N' Roses viviam em um apartamento alugado de um quarto, sem dinheiro. Um ano depois, seu álbum de estreia estourou nas paradas e a vida do grupo se transformou.

McKagan disse que não existia um manual para ensinar a ele e aos parceiros como lidar com essa mudança repentina de estilo de vida.

Ele começou a beber porque achava que isso ajudaria a evitar os ataques de pânico que ele sofria desde a adolescência.

McKagan disse que, no pico do seu consumo, bebia 'um galão (4,5 litros) de vodca por dia'. Depois, passou a beber dez garrafas de vinho por dia 'quando estava tentando dar uma diminuída'.

Ele não culpa o rock pelo vício, mas disse que por causa do imenso sucesso da banda, não havia 'tempo para que lidasse com a minha síndrome do pânico, que na verdade estava na raiz do meu consumo e automedicação'.

Sede de Água
Após seu pâncreas ter voltado ao tamanho normal e ele ter recebido alta do hospital, McKagan não foi para uma clínica. Começou a praticar ciclismo de montanha.

'Nos primeiros meses eu ainda tinha as tremedeiras e não conhecia ninguém sóbrio, então andava de bicicleta', contou. 'No começo parecia autoflagelação, estava punindo a mim mesmo por ter decepcionado minha mãe e alguns dos meus amigos'.

'Mas também comecei a me sentir inteiro, eu estava bebendo água pela primeira vez, eu literalmente não bebia água há dez anos. Comecei a comer comida saudável e a ler livros'.

O músico também começou a encontrar extratos bancários do tempo dos Guns N' Roses no seu porão, coisas que ele não entendia mas tinha vergonha de perguntar.

Isso foi mais um incentivo para que ele mudasse. McKagan decidiu que queria aprender sobre finanças.
'Eu tinha 30 anos, estava sóbrio e milionário, não sabia o que era uma ação ou um bônus e não confiava em ninguém na minha indústria. Então fui fazer aulas em um colégio comunitário'.

Interessado na vida acadêmica, o músico se matriculou na Seattle University. Um grande passo para alguém que não tinha completado o ensino médio.

Hoje ele escreve uma coluna regular na revista Playboy chamada Duffonomics, fundou sua própria empresa de administração de bens e ajuda músicos com suas finanças.

Entretanto, ele também diz que os Guns N' Roses não poderiam ter feito a música que fizeram sem o estilo de vida que os acompanhava. 'Tivemos que ir aos extremos para criar aquelas canções. Nosso primeiro disco era todo sobre a vida que estávamos levando'.

Fonte da Matéria: G1

Matéria da Rolling Stone BR sobre as banda incluídas no Hall da Fama 2012!

 
Os votos foram computados e a classe de 2012 do Hall da Fama do Rock incluirá Guns N' Roses, Red Hot Chili Peppers, Beastie Boys, the Small Faces/Faces, Donovan e Laura Nyro. Freddie King entrará para o Hall da Fama como uma influência essencial, enquanto o falecido produtor e apresentador de TV Don Kirshner receberá o Prêmio Ahmet Ertegun (de não-artista) e os produtores Cosimo Matassa, Tom Dowd e Glyn Johns receberão o prêmio de Excelência Musical. A cerimônia será realizada em 14 de abril na Sala Municipal de Cleveland. Ela será transmitida pela HBO no início de maio.

O Guns N' Roses é o único grupo a ser introduzido logo no primeiro ano em que se tornou elegível. O line-up original não se apresenta junto desde que o baterista Steven Adler deixou a banda em 1990. Durante uma entrevista no mês passado para o canal VH1, no clássico programa That Metal Show, Axl Rose não descartou completamente a possibilidade de uma reunião. "Eu não sei o que isso quer dizer em termos de eu estar com a banda antiga e com o line-up antigo", ele disse. "Se fossemos mesmo convidados, eu não sei o que pediriam que eu fizesse. Está tudo muito abstrato.” (Posteriormente, ele deu outra entrevista comentando a possibilidade de uma reunião. Leia aqui)

Adler se mantém cético com a ideia de que Axl estará disposto a se apresentar com o line-up original. "Você acha que o tempo cura todas as feridas", ele disse à Rolling Stone EUA (leia aqui a entrevista na íntegra / Ou Aqui em português), “mas algumas pessoas realmente guardam muito rancor. Eu almocei com o Slash há algum tempo. Ele ama o Axl. Não tem nenhum rancor dele. Vinte anos de ótima música não foram criados por causa de uma raiva besta... Será que a gente não pode ser simplesmente os caras que faziam música e conseguiram alcançar um objetivo gigante em suas vidas e tocar umas canções? É só rock & roll, meu Deus! Não é ciência de construção de foguetes".

Essa é a terceira vez que a cerimônia acontecerá em Cleveland, casa do Hall da Fama e Museu do Rock. Assim como em 2009, ela será aberta ao público.

Para ler mais sobre as outras banda que estarão no Hall da Fama, Clique Aqui

Fonte da Matéria: Axl Rose - Fã Clube